Sp. Espinho:Tiago; João Rocha e Tiago Rodrigo; Bóia, Tralhão e Bessa; Brenha
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Bié, Marcelo, Leo e Bébé
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Brenha, auto-golo do Paramos e outro auto-golo de Tralhão
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Num jogo tipicamnete de fim de época e com grau de dificuldade muito reduzido, decidi dar um prémio aqueles que não foram tão utilizados no decorrer do campeonato. E que bela resposta tive. Ao intervalo, vencíamos por 1-0 com o golo a ser marcado pelos menos utilizados, a demonstrarem aos habituais titulares como se faz! E que belo golo do Brenha, que demonstrou muita classe na frente do guarda-redes. Pleno de confiança decidiu obter um golo mais difícil, fazendo um chapéu, após bela assistência de Tralhão, que neste jogo subiu no terreno, demonstrando que também se sente à vontade a meio-campo. podendo transformar-se num médio defensivo culto num futuro muito próximo. No entanto, na primeira parte seguramos a vantagem graças a um penalty muito bem defendido pelo Tiago Évora, que mais uma vez, voltou a estar bastante bem.
Na segunda parte, voltamos a entrar com os mesmos jogadores que tinham iniciado a partida, mas o Paramos cresceu, e revelámos uma quebra física. Deu-se então o momento do golo do adversário, numa infelicidade do nosso defesa, ao marcar um auto-golo.
Depois de alguns reajustes voltamos a crescer e a criar inúmeras oportunidades de golo, que por muita infelicidade não concretizámos. Acabamos por marcar depois de uma jogada de muita pressão e insistência, em que um jogador do Paramos acabou p0or introduzir a bola na sua própria baliza.
Nunca pensámos ter tanta dificuldade com um adversário que goleamos na primeira fase, se calhar faltou-nos um pouco de humildade. É um facto que também arrisquei, mas assumo os riscos e saí duplamente feliz, porque vencemos e porque todos me deram confiança e a garantia que são opções válidas. Somos um só!
Ainda uma plavra para os jogadores do Paramos, que nunca se atemorizaram perante um opositor bastante mais forte, sempre acreditaram nas suas capacidades, correram o dobro de nós e sofreram ainda mais que nós e todo o seu esforço quase que foi premiado com um resultado positivo, que seria bastante justo.
Parabéns às duas equipas, parabéns ao Paramos pela evolução que tem tido nos últimos anos e pelas condições que oferece às suas equipas (estão agora a construir os balneários e têm sintético). Parabéns ao Paramos, ao Espinho e a todas as equipas que com muitas dificuldades e em tempos de crise, lutam para oferecer as melhores condições para a prática do desporto em Portugal e ajudar formar individúos úteis à sociedade.

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